terça-feira, 2 de agosto de 2011

SILENCIA

Elevo meu pensar, ao teu alcanse.

Não me ouves.

Não obtenho resposta.

Grito,

Meu embalo de ninar.

Ao teu ouvido surdo.

Mudo.

Não me ouves.

Nem respondes.

Silencia.



Inacelita

0 comentários:

Postar um comentário

Outras poesias