quinta-feira, 15 de julho de 2010

AMAR

Eu sou ida, partida.
Sem despedida.
Quero redescobrir o diferente.
Vejo o nada.
Densa tristeza, escuridão.
Tento improvisar uma solução.
Para dar vida.
Canto, grito uma canção.
Para alegria chegar.
Dançarina no mato sem par.
... Nada...
Só ecos de solidão.
Os gritos, formam ecos de punição.
Meu tempo, nasceu pra voltar.
Regresso sem prevenir.
... Sem advertir.
Estou feliz por regressar.
Vou gritar: _ quero amar!

Inacelita

1 comentários:

Laila disse...

Ai que coisa mais linda!
Poetisa do meu coração.
Só você me faz ler Poesia.
Não é muito o meu gênero, mas as suas, ADORO!

bjos Ina, muitas Felicidades!

Com carinho, Laila

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